Pesquisa aponta que publicidade em vídeo é mais marcante.

Fonte: The Clear Mind Institute

Através do mapeando das atividades no cérebro a Teads (fundada em 2011, a empresa foi criadora do Outstream video e pioneiro no que chamam de marketplace, o qual abre espaço para a propaganda em um meio social mais abrangente) estudou e comprovou o comportamento deste perante a publicidade de um vídeo online.

O projeto orientado que tinha parceria com a Neuro-Insight foi um sucesso. Mais conhecida como Neuromapping (em português mapeamento das atividades cerebrais), a técnica já foi utilizada para comprovar diversas teorias, mas aqui em questão trabalharemos com a hipótese que dizia que o conteúdo editorial premium marca o público de forma mais envolvente que os feeds sociais, ou seja, cria-se um embate na publicidade audiovisual.

Não se encara esse resultado como novidade, todos sabemos que a apresentação de um produto é algo essencial e decisivo, ou seja, algo mais interativo, mais presente no nosso meio de convívio será aceito de uma forma muito mais fácil do que um produto com uma imagem ruim e não tão acessível ao ambiente. Só bastava um empurrãozinho para que a pesquisa fosse produzida e após o resultado amplamente publicada.

Rebecca Mahony (CMO da empresa) afirma que  “A pesquisa valida algo que a Teads já propaga há algum tempo – que a publicidade inserida junto ao editorial premium é a opção mais eficaz para os anunciantes, atingindo métricas de alta performance. Estudos neurais estão quebrando paradigmas ao medir a eficácia da publicidade e oferecem uma oportunidade única de detalhar elementos, contextos e métodos que envolvem mais os consumidores”.

Segundo os resultados da pesquisa, dos anúncios dentro dos critérios de conteúdo editorial premium foram mais 16% envolventes em relação aos outros. Essa tipagem de anúncio tem um embate nas experiências dos dois lados do cérebro, o emocional com 8% e o racional com 19%. “Esta é uma poderosa mensagem para levar aos anunciantes, uma vez que buscam otimizar suas estratégias criativas em várias plataformas digitais e melhor alocar seus orçamentos para impulsionar o ROI” diz o COO da Time Inc. Jen Wong.

É importante ressaltar que a empresa teve uma grande responsabilidade e cuidado ao realizar a pesquisa. O cérebro é uma parte importantíssima do corpo e comprometê-lo não era uma alternativa. As quantidades de impulsos dados aos lados do eram respectivos e minuciosamente medidas para ter uma atividade igualmente dividida. Dois tipos de publicidades são postas em questão: as que possuem elementos humanos e as que são mais complexas. A primeira se sai melhor em meio ao editorial premium, já o segundo tem melhor desempenho no ambiente social. “Esta é uma poderosa mensagem para levar aos anunciantes, uma vez que buscam otimizar suas estratégias criativas em várias plataformas digitais e melhor alocar seus orçamentos para impulsionar o ROI” conclui Wong.

Crédito: Bulldog Reporter

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